domingo, 14 de junho de 2015

Voz

Derrubamos as paredes. De sobra agora, as quinas para o nosso canto. 
Um violão, bongô, discos de Clara... 
Aquele cabum do meu peito, que tanto se ainda atiça com a tua ausência, se acalma de ninar ao som, em sonho, da tua voz.

Faz a primeira, vovô, que eu faço a terça.