sábado, 21 de março de 2015
Diminuta
As tuas pernas em harmonia, naquele andar de botas, teus cachos, a mocidade dentro de mim...
Que venha!
Foi questão de minuto.
sexta-feira, 20 de março de 2015
In vento
Os torós daquele de mar gris de acabar a grama tentou matar o sapatinho valente da minha chucra flor.
Mas não eu e ela.
Por ser de lá o calçado insistiu, e o era uma vez do sapatinho cor de terra e boniteza virou a era do sapato esverdeado de comer todos os tons.
Os sons.
Mas sim Eu e Ela.
segunda-feira, 16 de março de 2015
Na morada
Andando de perder os
ranços de lamúria, quatro mãos nos petiscos recheados. É de
aconchego.
De noite de atrair
amantes, almoços de amassar em conjunto ideal, tudo lá em casa.
Meio quilo de
farinha para aquele quilo de batata.
Doce.
Enquanto não vem
experimentação na Travessa Nova Esperança, chamo minha o que é feito de manha, o que é feito de amor, quem é feita de mim: meu dengo, meu bem, minha água de pote!
domingo, 8 de março de 2015
Duas de dois
Dois anos e começamos a beber do que é fim.
Dos confins da percepção: "cabô gagau".
E acada.
E acabou.
E (re)começa.
Dos confins da percepção: "cabô gagau".
E acada.
E acabou.
E (re)começa.
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