segunda-feira, 16 de março de 2015

Na morada


Andando de perder os ranços de lamúria, quatro mãos nos petiscos recheados. É de aconchego.
De noite de atrair amantes, almoços de amassar em conjunto ideal, tudo lá em casa.
Meio quilo de farinha para aquele quilo de batata.
Doce.
Enquanto não vem experimentação na Travessa Nova Esperança, chamo minha o que é feito de manha, o que é feito de amor, quem é feita de mim: meu dengo, meu bem, minha água de pote!

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