sexta-feira, 21 de março de 2014

Pontes



Quando te viajei, previ meu futuro. Coisa linda. Assinalados pores de sol, astros pintados de vermelho aberto: lua de Itapuã.

Não sabe do que veio ao mundo entre nós. Do que ventou no último romance gravado ao Alcatel preto e carmim: voz de Você.

Velho é o fim do que seria o se, se ses fossem menores. Tempo correnteza, quis para mim Você e daqui não te levou. Mas vai. De ires são as correntezas.

E Eu, de ir em garantias, lembro os juazeiros, que morrem de pé, como de pé se plantam amores: volto sempre por ser livre, e por ser livre, voo.

Zuri.
16.03.2014

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