Quando te viajei, previ meu futuro. Coisa linda. Assinalados
pores de sol, astros pintados de vermelho aberto: lua de Itapuã.
Não sabe do que veio ao mundo entre nós. Do que ventou no
último romance gravado ao Alcatel preto e carmim: voz de Você.
Velho é o fim do que seria o se, se ses fossem menores.
Tempo correnteza, quis para mim Você e daqui não te levou. Mas vai. De ires são
as correntezas.
E Eu, de ir em garantias, lembro os juazeiros, que morrem de
pé, como de pé se plantam amores: volto sempre por ser livre, e por ser livre,
voo.
Zuri.
16.03.2014
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