terça-feira, 9 de julho de 2013

Carta de publicar.


Patrício,

Eu tenho fé!
Acredito nas pessoas, seus sorrisos, seus amores, seus fins.
Acredito em transas de vidas, em histórias que se misturam por ser continuidade de textos atrás. Acredito no esquecimento. 
Tenho fé!
Me abandono, emotiva que sou, nas ondas, ora rasas, ora fulminantes dos sentimentos que dou, guardo, ignoro ou dos que escancaro.
Sentimento aberto ao público, de orgulho e de paz é este, com, de e para você! É explícito, e vivo, e constante!
Aquela minha fé, da qual você não compartilha, me diz que, nem o fim, aquele triste, de dor, despedida e morte, nem ele, ou o tempo, ou alguém, ou ninguém, ou tudo, ou nada é capaz de interromper esse movimento que flui.
Digo e não preciso dizer. Calo e não preciso calar. Ouço quando quero, não quero, preciso e nem precisava ouvir.
Eu sei dessa correnteza de cuidado que vem e volta. Você sabe dessa correnteza que vem e volta.
É sintonia!
Sua amizade suaviza minhas tensões e medos mais intensos. Sua felicidade faz pulsar minha alegria mais sincera. Seus conselhos incitam meu amor mais próprio.
Meu bem! Meu aconchego! Meu cúmplice! Meu amigo mais íntimo! Meu amor mais lindo!
Minha pessoa te admira, meu emocional te precisa, minha vaidade se inunda por ter sua amizade e meu espírito te ama!
Feliz aniversário, presença indispensável em meu mundo!

Zuri.

Grito de amor, dia do meu príncipe, primavera 2012.

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