sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Eu te amo?


Caitano,

Parênteses, dentro de parênteses, te confundem tanto que já não há o que dizer.
Profusão de acontecimentos, sentimentos. Abundância de acaso.
A palavra é a mesma, repetida. Mais?
Veja além. Além das estranhezas e expectativas.
Vamos desconstruir limites e, só assim, saberá do que se tratam os parênteses.
São estrábicos becos construídos no mundo que eu criei para te guardar, que se fez de
causas e consequências. Brechas para discernir, caminhos a optar. Mas nunca o parêntese
será, simplesmente, uma sequência.
E quem determina que seja o fim?
Eu te amo!

Zuri.


Uma casa, outono 2011.

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