Há no mundo quem se alimente de luz e não falta nele quem, por sua vez, se nutre de iluminações artificiais. A essas, vida longa! Da minha criatividade ardida e ardente, nenhum fervor viria que não das rasteiras do tempo de quem se dedica a acolher os monstros.
S.A. de fofidão! Monstrinhos lindos e medinho de esgotar quem já se foi...
Vai, corre veloz para as noites impunes em braços tão mais fortes que os meus! Quem bom! Os monstros, vez ou outra, são de temer as criancinhas, mas eu já saí, então, boa sorte!
Ficção para quê, bicho?! Já deu!
Meu óbvio é o arrebatamento, a cor gril do mar, os dias cinza, sem graça (sem graça para Larissa, para mim, têm todo o gracejo do qual a existência na terra precisa) que são de todas as minhas exclamações! Eu nunca gostei de muito sol mesmo...
Eu gosto de nublagem, do humano e de meio termo. O meio é, em orientação, o meu lugar. O caminho do meio, em balanceamento, é a minha busca: objetivo de vida - equilíbrio.
- Agora, a pose da velha que guardo em casa, porque mão na cintura é um charme. Que velha linda, que sangue meu, que cor que é a cor da minha pele, que integridade: parte grande do que me teceu! -
Ficção, rei, é possível como é possível o real, a não ser quando barata em falta de essência, ou em demasia de essência corneadora do ato repetitivo de apunhalar - apelativa, eu?! Apelativo é se achar o sol e vir em todas as almas que possuem corpos um complô de planetas que giram apenas para convencimento e mescla do surreal em matéria, do ante-estrutural em sistema, do absurdo no que se pode tocar.
Tátil, darling, é meu irmão de dois anos dizer, do nada: "'Ina', I 'ove' you!". Verdade é ter uma vida para cuidar, então, me poupe!
Convicções?! Convicções ante o que, "meu zen, meu bem, meu mal"? O show... "Ainda lembra disso? Que bom!" - risos -.
Fazia um tempo bom de não descambancação na boca de rua incorporada como se tivesse sido sempre minha.
É...
Mas legítimo e absoluto, não-sol de todo o meu círculo, é eu mesma ser todos os pedaços de mim, sem acaso, sem fingimento, sem coincidência, agora sem mais descaso e com convicção!
E hoje é, de novo, sábado: vida desinteligentemente produtiva na madrugada.
Aliás, já é domingo...
Eu conheço o amor e não é isso!
Boa noite!
Zuri.
15.12.2013
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