“N”,
Deixa fluir, não tente me afastar, canse de estar sempre certo.
Alimente agora apenas o desejo fugaz de viver o lado
imperfeito do que se tornou.
Corra riscos, dentre eles, esperar não parecer sempre
contrário.
Esqueça as bobagens feitas, faladas, pensadas, vividas. No
final não foram bobagens.
[...] Não seja áspero, não abra mão do que é, mas do que
parece insuportável. [...] Recupere o controle que nunca teve e perdeu.
Aceite minha atenção, veja minhas palavras, ouça minhas expressões
[...]
Faz mulher a mim, eu que te vejo, lhe tiro da forma, lhe
tenho despido, nu, fora de si [...] eu que te quero. Me faz feliz!
Zuri.
Camaçari, primavera
2008
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