terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Pergunta.

Caitano,

Vem perverter a sanidade do não e dos medos, porque eu ainda esperaria.
Sem planejar, ou dizer jamais, não almejo ser essa pessoa, então, vem!
Só volta [...] Não me deixe mais um dia sem você!
Me acalanta e dorme sobre o meu cadáver, como um bicho de fome saciada [...]. Bebe as minhas lágrimas até que cessem, contorna os meus textos com todo calor do vermelho [...].
Me vê, me dá, me tira, me toma, me deseja, me transporta, me ama!
Ou diz: o que eu faço agora?

Zuri.

Camaçari, uma madrugada 2009.

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