Vem perverter a sanidade do não e dos medos,
porque eu ainda esperaria.
Sem planejar, ou dizer jamais, não almejo ser
essa pessoa, então, vem!
Só volta [...] Não me deixe mais um dia sem você!
Me acalanta e dorme sobre o meu cadáver, como um
bicho de fome saciada [...]. Bebe as minhas lágrimas até que cessem, contorna
os meus textos com todo calor do vermelho [...].
Me vê, me dá, me tira, me toma, me deseja, me
transporta, me ama!
Ou diz: o que eu faço agora?
Zuri.
Camaçari, uma madrugada 2009.
Nenhum comentário:
Postar um comentário