Caitano,
Em tantos momentos nossos olhos se esbarram com vontades,
desdenho, medos e inseguranças nos olhos estranhos das ruas e esquinas tortas.
Os dias forçosos de incansáveis lutas contra as poluições
todas de mentes, ambiente e corações, vão riscando a inocência que consuma a
gestação de um eu que vive o lado contrário ao externo.
Esse eu puro, caçador da ilusão de um dia somar
felicidades, tem que persistir e tomar para si mais uma vez a posse de suas
paixões.
Veja!
Siga!
Então, liberte-se
e vem viver comigo!
Zuri.
Outono 2010.
Apelo. Só. Lindo.
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