Caitano,
Em busca de
um novo olhar derramei meu oceano, meu mundo de ideias, num universo
intransponível, universo íntimo que as palavras não alcançam e os dedos da
loucura tocam com intensidade. E revelam a cumplicidade mais densa que os prazeres
tantos de invasão.
Naquela
noite, nas perguntas, nas vozes, no choro...
No riso, na
água, no vento, no grito do nosso encontro, na companhia. Na música transada ao
cheiro de madeira. As cordas. Na leveza
das mãos, na incerteza. Na presença, às vezes, ausente do medo.
Em tudo.
Tudo que foi isso.
Isso que
foi nosso momento.
Que não
acabe!
"Para
sempre teu, para sempre nosso."
Zuri.
Primavera 2009.
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